Programa de Coluna reduz custos com cirurgias e oferece mais qualidade de vida a beneficiários

Quem nunca sentiu aquela ‘dorzinha’ incômoda nas costas? Um estudo revelou que cerca de 80% das pessoas terão dor na coluna pelo menos uma vez na vida.  Portanto, se você respondeu a nossa pergunta inicial dizendo que não, você faz parte de uma minoria sortuda.

Segundo dados da Previdência Social, só no primeiro trimestre de 2016 mais de 24 mil trabalhadores foram afastados do emprego por conta de problemas na coluna. Um número alto que pode ser evitado se as pessoas mudarem alguns hábitos mantendo a postura ereta, praticando exercícios físicos e adotando uma alimentação balanceada.

Para acompanhar de perto a situação dos beneficiários que procuram a rede credenciada e referenciada do Grupo Plena Saúde com queixa de dores na coluna, a operadora oferece o Programa de Coluna.

Ele consiste na oferta de tratamentos menos invasivos e doloridos aos pacientes que irão realizar a ressonância de coluna ou aqueles que foram encaminhados para o neurocirurgião com problemas nesta região.

A dra. Fabiana Laforga, médica auditora do programa, afirma que os cuidados abordados durante o tratamento evitam a realização de cirurgias: “A cirurgia na coluna deve ser considerada a última opção, caso os tratamentos não sejam suficientes. Nossa missão é oferecer as opções que são mais confortáveis para o paciente disponibilizando um atendimento diferenciado que contribua para a qualidade de vida dele”, afirma.

Os participantes do Programa de Coluna assistem a palestras explicativas sobre as principais patologias, exames necessários, acompanhamento adequado e tratamentos que devem ser realizados, entre eles: fisioterapia, acupuntura e em alguns casos há o encaminhamento para realização de RPG.

Cerca de 160 beneficiários já passaram pelo tratamento oferecido pela Plena Saúde através do Programa de Coluna e aqueles que ainda possuem o plano continuam sendo acompanhados.

“O Programa é uma iniciativa benéfica para os pacientes, que são encaminhados para um tratamento alternativo, sem a necessidade de cirurgia, obtendo o mesmo sucesso durante a recuperação e também favorece a operadora, já que reduz significativamente os custos com tratamentos caros sem necessidade”, conclui a médica.